My New Years’ Resolutions is… Not having resolutions!

•20/12/2011 • 2 Comentários

I wish, my friend… I wish!

Séculos longe do blog… Era inferno astral, monografia, formatura, trabalho pesado, férias, contas, dívidas… Tudo isso junto e não necessariamente na mesma ordem! Verdade também que não tenho tido inspiração pra escrever. Não que eu escreva coisas relevantes e realmente pensadas por aqui. Mas, o blog serve como uma válvula de escape que exterioriza quando não tô aguentando mais as coisas dentro de mim. Por incrível que pareça, descobri novas formas de fazer isso (meus melhores amigos que o digam) então, ele ficou de lado. Anyway, o ano acabou – finalmente, um pouco menos de trabalho e fui refletindo como foi o ano que passou.

Em 2011 eu…

Passei a virada em uma festa estranha com gente esquisita. Tive DR sem existir o R. Deixei de fumar 3 vezes. Caí bêbada MUITAS vezes. Curti muitas “Bukowski”. Provei novas comidinhas, bebidinhas e afins. Conheci Minas Gerais. Visitei São Paulo e Búzios. Perdi a linha com o cartão de crédito. Voltei ao saldo azul no cartão de crédito. Fortaleci a amizade com a minha mãe. Aceitei melhor e me diverti com as “quadradices” do meu velho. Me aproximei do meu irmão. Não peguei ninguém no Carnaval. Fiz micareta onde não existia. Fiz chão chão onde não podia. Fiz cara feia para o que não devia. Quebrei paradigmas. Quebrei a cara. Quebrei o tornozelo direito. Dei duro no trabalho. Ganhei aumento mais de uma vez. Ganhei reconhecimento de onde achei que nunca viria. Fui (finalmente) ao show do Pearl Jam e chorei durante várias músicas. Vi Paul Mcartney, Red Hot Chilli Peppers e Metallica. Fiquei estatelada com o Metallica. Me apaixonei por Florence + The Machine. Me fudi pra fazer monografia. Me formei. Me embebedei por ter formado. Ganhei presentes por ter formado. Ganhei o abraço mais caloroso do mundo depois de formada. Fui ao Samba, a Lapa, ao Hip Hop, ao Eletrônico e reconheço que o Rock n’ Roll faz parte de mim. Descobri que existe “Música de Maria”. Descobri que posso ser eclética mas, continuo preconceituosa musicalmente falando. Dancei muito. Descobri que gosto de correr. Fiz 3 corridas de rua, cada uma delas com um tempo melhor. Fiz novos amigos. Programei novas viagens. Me emocionei ao reencontrar os amigos que moram longe. Chorei em cada despedida. Perdoei quem achei que tinha que perdoar. Ajudei como pude os amigos de perto e me vi uma pessoa mais equilibrada e de bem com a vida. Bem comigo mesma! Comi pouco. Cuidei de mim, cuidei do corpo e da mente…

2012 está recebendo uma Maria Clara mais leve (literalmente), mais calma, mais feliz, muito orgulhosa de si e de tudo que conquistou no ano que passou.

Queria eu não ter “Resolutions” para o ano que chega. Mas, não faz parte de mim ficar estagnada e não mudar. Minha intensidade não me deixa em maré calma por muito tempo. Gosto da calmaria, mas o turbilhão me alimenta. Tenho algumas resolutions impublicáveis mas, divido com quem quer que leia esse blog as que não são tão pesadas assim.

Para 2012 eu quero…

Parar de fumar. Correr TODAS as Estações da Adidas. Receber mais aumento. Voltar pro francês. Viajar mais. Crescer mais profissionalmente e espiritualmente. Ir à shows de rock que lavam a minha alma (acho que só Pearl Jam e Metallica conseguiram isso). Conhecer mais gente interessante. Trocar mais idéias em buteco. Conhecer mais lugares diferentes. Visitar os amigos que moram longe. Receber todo mundo de novo no Carnaval. Trabalhar mais (workaholic mor). Malhar por 3 meses sem faltar. Beijar muito na boca (sendo várias ou uma só, tanto faz). Me estressar menos. Me irritar menos com os comentários alheios. Ir mais à praia. Tirar mais tempo pra mim. Me importar mais comigo.

Não são coisas grandes ou difíceis. Nada muito diferente do que já tenho feito. Hoje eu posso dizer que tô bem pra caralho, tô feliz, tô satisfeita com tudo que passou. Certeza que tudo teve o seu motivo e recompensa…

A palavra para 2012 não é TUDO, é MAIS. Mais de tudo que eu vivi em 2011 e do que não vivi também.

TPM [MODE ON]

•12/09/2011 • Deixe um comentário

•05/09/2011 • Deixe um comentário

Muito mais.

•01/09/2011 • 3 Comentários

Deixa partir…

•01/09/2011 • Deixe um comentário

“Mas, que alma nômade é essa que você tem?”

“Ah… Acho que já nasci assim! Faz parte de mim!”

“E o namorado? Tem esse espírito livre também?”

“Não tenho namorado, não. Mas, também não me prendo a esses detalhes”

“Não? Então, como é que faz?”

“Não faz. Minha mãe diz que meus namorados são tão livres quanto eu ou acabam aceitando o meu desprendimento”

Essa conversa rolou essa manhã no dentista. Depois disso, a Dr. Dentista continuou dissertando sobre amor, a falta de paciência e tolerância das pessoas com os relacionamentos, coisa e tal… Mas, eu já tava com a boca escancarada e só saía o “Aham”.

Não sei se foi a anestesia ou a impossibilidade de falar mas, meus pensamentos foram embora lá pra época do meu primeiro namorado no Rio de Janeiro. Depois de 10 meses de relacionamento, ele surge com uma proposta do padrasto de ir para um intercâmbio – sozinho, é claro. A minha reação, mesmo aos 19 anos foi: “Caralho! Você vai amar! Vai sim!” e a surpresa das pessoas foi unânime. Diziam que eu era maluca, que meu relacionamento poderia acabar, que IRIA acabar, que ele iria encontrar outra, que… que… que-mais-um-monte-de-coisas! O relacionamento realmente acabou mas, já tava fadado ao fracasso muito antes disso! (Engraçado como a percepção da gente muda com o passar do tempo, né?) Mil coisas martelavam na caixola sim porque, mesmo magra, loira e bronzeada a insegurança já fazia parte da minha rotina! Mas, nunca havia passado pela minha cabeça que eu pudesse segurá-lo ou pedir pra que não partisse. Pra mim, é muito absurdo tentar privar alguém de uma oportunidade fodarástica como essa. E porque que eu não fui junto? Ah, convenhamos… É uma experiência muito pessoal, muito única pra dividir com alguém que você não sabe até quando vai estar ao seu lado. Não me meto mesmo! Esperei 2 anos e embarquei na minha própria aventura! Eu, minhas economias e meus sonhos! Só.

Eu sou um espírito livre, tenho alma de viajante, tenho fome pelo novo, curiosidade incansável do diferente… Meto o pé na estrada, deixo todo mundo pra trás, levo no meu coração as memórias e sigo em frente! Sou dessas!

Dizem por aí que posso acabar mordendo a língua, que isso só acontece assim pra mim porque não tenho um coração apaixonado por ninguém – ele tá muito ocupado apaixonado por mim e pelos meus desejos – então, não visualizo esse “futuro”. Pode até ser porém, prefiro acreditar que se realmente existir alguém pra mim nesse mundão, que venha com muitos defeitos – menos, o defeito de ser pagodeiro – mas, que não tente me aprisionar. Afinal, quando realmente existe o amor, deixe-o solto que ele sempre acaba voltando.

Tô com a impressão que meus posts estão ficando muito reflexivos e, por mais que eu tente, nunca consigo expurgar tudo que me aflige. Talvez eu esteja precisando passar mais tempo filosofando no bar do que discutindo essas questões comigo mesma.  Anyone?

Inferno Astral

•30/08/2011 • Deixe um comentário

Shhh…

•17/08/2011 • Deixe um comentário

Essa que vos fala tá numa fase “cafusa”.

Não sabe o que quer. Sabe o que não quer, pelo menos.

Meteu os pés pelas mãos.

Comeu mosca. Repensou.

Declarou guerra. Faltou o ar de tamanha raiva mas, cansou!

Se estressar dá muito trabalho!

 

A única merda é que vai me engasgando apesar dos meus esforços pra deixar pra lá.

Me vem à cabeça que o problema não é DE ninguém, não é COM ninguém. É COMIGO, é só MEU.

Talvez esteja na hora de voltar às raízes, retomar os trabalhos do exterior e interior pra extravasar o que tá me consumindo… Essa insegurança escrota, a angústia que não é nada bem-vinda.

Ou talvez seja só TPM. Eu prefiro assim!

 
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